Agora é para todos

Paraty, no litoral fluminense do Rio de Janeiro, se torna Patrimônio Mundial. A biodiversidade e os povos tradicionais foram critérios essenciais para o reconhecimento concedido pela Unesco

Quem nasce em Paraty é paratiense. Quem visita ou simplesmente conhece por fotos e vídeos é encantado. A cidade que fica a pouco menos de 300 km da capital carioca, desperta atenção de todos que cruzam com ela. Paraty é trifurcação para lugares consideravelmente antagônicos em sua construção. Estando na entrada, bem no trevo de acesso à cidade, é possível enxergar nas sinalizações quais são esses destinos. Angra dos Reis, onde ficam as usinas Angra 1, 2 e 3, cidade mais desenvolvida economicamente e o paradeiro predileto dos famosos globais e internacionais. Cunha é um lugarejo frio, conhecido pelos rodeios e cheio de ladeiras e depressões geográficas, situado a leste de São Paulo. Enquanto a outra paulista, Ubatuba, uma mistura das duas estâncias anteriores, é mais procurada por jovens e surfistas. Diferente das demais, a cidade histórica com cerca de 40 mil habitantes agora, mais do que nunca, é para todos. Desde julho desse ano, quando foi reconhecida como Patrimônio Mundial, numa cerimônia em Baku, no Azerbaijão, Paraty recebe nos seus limites territoriais gente ainda mais diversa: interessados em arquitetura e natureza, praieiros, pessoas de 15 a 90 anos, intelectuais e celebridades de toda ordem.

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E sabe escrever?

De imediato, a resposta é sim. Publicitários sabem escrever. Pensar e defender o contrário disso é, no mínimo, um ato de ignorância de quem o faz. Tenho dois amigos publicitários e ambos escrevem muito bem. Uma, inclusive, me ajudou na escrita de um artigo e tem texto publicado em livro.

É preciso falar sobre interpretação, a chave que impediu o entendimento de alguns que compartilharam comigo a fatídica mesa sobre Jornalismo de Dados.

A pergunta que problematiza logo no título está associada a uma manifestação minha, feita durante um debate proposto pela universidade para pensarmos a respeito da pluralidade de informações que o jornalista pode lidar na atividade profissional a fim, claro, de enriquecer as matérias, dinamizar os temas e apurar os fatos. Até aí tudo bem! De fato, é preciso enxergar outras formas de alcançar novos públicos e tornar o jornalismo mais interessante e convidativo, mas não em detrimento do que está posto há milênios. Há, desde então, revisões e aprimoramentos para a área, e isso deve ser tratado dentro do próprio fazer jornalístico, dia após dia, de tempos em tempos. O Messias para os problemas do Jornalismo não deve ser a Publicidade e Propaganda.

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Jornalismo, Moda e Comunicação

É recorrente nas redações e meios de comunicação o pensamento que aponta o jornalismo de moda como sendo um subcampo do jornalismo tradicional, um setor renegado a editoria e desmerecido, ocasionalmente, por companheiros da profissão que atuam em outras especialidades. Os motivos são diversos: se imagina que o jornalista de moda não trabalha pesado, que o objeto de trabalho é de pouca importância para o grande público e que eles não lidam com ‘’pauta quente’’, aquela que demanda certa urgência na apuração e publicação. No campo mais amplo dessa discussão está parte da sociedade munida, igualmente, de discursos que segregam os sentidos da moda. Muitos não enxergam a pluralidade e os efeitos que a moda reflete no campo prático do cotidiano — seja por falta de interesse, seja por não perceber nesse objeto riqueza de valores.

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25 anos

Parabéns para mim

Pensando bem, já estou na metade dos 50 anos. Mesmo faltando outra vida para completar essa idade, pensar nisso me causa algumas inquietudes. Mas não quero falar sobre o futuro, só comecei dessa forma para parecer dramático e exagerado. Inclusive, essas são características que me acompanham no presente. Não pretendo trazer à tona situações corriqueiras acontecidas comigo tempos atrás. Aliás, por falar em passado, nasci sete meses depois do Plano Real e, por azar, vim ao mundo no governo de Itamar Franco, que assumiu o poder após a renúncia de Collor. Nove anos separam o meu nascimento do fim da ditadura militar e, por pouco, não assistia o Figueiredo na televisão. A intenção dessa escrita talvez seja reforçar algumas percepções da vida e lembrar de situações inesquecíveis e constrangedoras que me trouxeram até aqui.

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Crítica | ‘Põe-te no meu lugar’: a máscara social

LPTNML - JCP

 

Livro: Põe-te no meu lugar

Autor: Josias Cesar Porto

Ano de lançamento: 2018

Número de páginas: 112

Gênero: Comportamento; autoajuda; desenvolvimento pessoal

‘Põe-te no meu lugar’ expressa em sua narrativa isso que o título sugere: empatia. Mesmo esse conceito aparecendo apenas uma vez no decorrer de toda a escrita. Em linhas bastante gerais, é esse o foco do livro.

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Aeroporto é uma viagem

Aeroporto é um lugar estranho. Pelo menos pra mim parece estranho. Nem falo só do preço das coisas, como por exemplo um chaveiro simples custar $15 e uma água sem gás $8. O ambiente tem um cheiro diferente, mas não muito. É Lancôme pra lá e Paco Rabanne pra cá. Esse último, pode ter certeza, é você pisar em um aeroporto que o cheiro lambe seu nariz. Os banheiros são ótimos e tem sempre alguém limpando, e no lugar de papel para secar as mãos, agora é um vapor que alterna entre quente e frio. Pensando na questão ambiental, até para compensar o tanto de perfume que aglomera por lá e que contribui negativamente com o buraco no ozônio, os aeroportos mandaram bem nessa mudança. Ou não?

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Em clima de São João, Duo Amiã lança ‘Incendeia’

Rafique Nasser e Danilo Ornelas ou simplesmente Duo Amiã, lançam hoje, 22, pela gravadora Canoa Sonora, a música Incendeia

Os músicos baianos que já haviam trabalhado juntos no EP Arado, em 2017, se encontram novamente para dar voz ao Duo Amiã, parceria firmada com o lançamento de Incendeia, faixa festiva que evoca as raízes do São João do nordeste.

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